Últimas Notícias

O físico Henrique Javi, secretário da Saúde do Ceará, foi ao governador Camilo Santana (PT) pedir demissão. Recebeu convite da nova diretoria da Unimed para assumir a superintendência da cooperativa.
O governador não aceitou o pedido, mas há expectativas de que Javi acabará deixando a administração, dentro da reforma do secretariado a ser feita por Camilo, que tem alguns assessores decididos a postular mandato.
Aliás, o convite que a Unimed fez a Javi é tentador. Pelo salário bom e porque ele ficaria livre das dores de cabeça da pasta, uma das mais criticadas pela população.

Blog do Eliomar

O presidente Michel Temer disse hoje (23) que se a intervenção federal na segurança pública no Rio de Janeiro não der certo, o governo não deu certo.
“Se não der certo, não deu certo o governo, porque o comandante supremo das Forças Armadas é o presidente da República. De modo que as Forças Armadas nada mais fizeram do que obedecer o comando do seu comandante supremo. Se não der certo, foi o governo que errou, não foram as Forças Armadas”, disse em entrevista à Rádio Bandeirantes.

Intervenção total
Na entrevista, Temer disse que o governo federal chegou a cogitar uma intervenção total no Rio de Janeiro. Mas, segundo o presidente, a uma medida era “muito radical” e, por isso, foi descartada.
Temer explicou que em uma intervenção total o governador pode ser afastado. Ele foi questionado pelo jornalista José Luiz Datena se isso foi cogitado. “Claro, foi cogitado num primeiro momento, mas logo afastei a ideia por que seria uma coisa muito radical, e logo refutei. E refutando ficamos com a conclusão de que deveríamos intervir na área da segurança pública e no sistema penitenciário”.
Temer disse que ele e ministros conversaram com o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, que concordou com a intervenção na área de segurança pública. O presidente destacou que não se trata de uma intervenção militar, mas sim civil. “É uma intervenção civil, administrativa, com a presença dos militares”.
Temer disse ter “absoluta convicção” de que a intervenção “dará certo”. “É um jogo de alto risco, mas é um jogo necessário”.

O presidente Michel Temer editou decreto que anula a nomeação da deputada federal Cristiane Brasil Francisco (PTB-RJ) para o cargo de ministra do Trabalho. O ato que torna sem efeito a nomeação está publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira, dia 23. 
A desistência do nome de Cristiane para o posto só veio esta semana, depois de quase dois meses marcados por polêmicas em torno de sua indicação e ações na Justiça que suspenderam a posse da deputada no cargo. A nomeação da parlamentar foi anunciada no dia 3 de janeiro e formalizada no dia seguinte no Diário Oficial. 
Na quarta-feira (21), o PTB agradeceu o empenho do governo em prol do nome de Cristiane e anunciou que irá indicar outra pessoa ao cargo. Em nota oficial, o partido disse que ainda não definiu um novo nome para assumir o Ministério do Trabalho, mas que, em reunião realizada no Palácio do Planalto, o presidente Temer concordou com a permanência do advogado Helton Yomura como ministro interino da pasta. 
Segundo fontes ouvidas pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, a falta de consenso por um nome na legenda fez com que Temer concedesse mais tempo ao partido para uma definição até março, quando fará a reforma ministerial em virtude da necessidade de ministros terem que se desincompatibilizar até abril para a disputa nas eleições deste ano.

Redação Web

A deputada Dra. Silvana (MDB) declarou em sessão plenária da Assembleia Legislativa que irá apresentar um projeto de lei para que o Ceará tenha “toque de recolher“.
Silvana afirma que o projeto tem o objetivo de auxiliar na prevenção ao consumo de drogas por adolescentes. A proposta deve ser apresentada ao longo da próxima semana.
O projeto, conforme salientou, é um pacto entre pais, escolas e governos para complementar a educação dos jovens em idade escolar. “Lá na Islândia foi baixado toque de recolher, proibindo crianças de três a 16 anos de circular após as 23 horas”, relatou.
“As escolas profissionalizantes foram multiplicadas no Ceará. Mas o fato de os pais muitas vezes não saberem para onde foram seus filhos ou se estão bem acompanhados faz com que apenas a escola não seja suficiente para reduzir os níveis de consumo de drogas”, justificou Silvana.
A parlamentar fez questão de afirmar que o toque de recolher não deve ser confundido com violação de direito à liberdade. A deputada lembrou que facções estão nas ruas cooptando jovens.
O Estado do Ceará passa por uma grave crise de segurança pública. Nesta semana, o Governo Federal enviou uma força-tarefa policial ao estado. O destacamento será composto por 36 homens, sendo 26 da Polícia Federal e 10 da Força Nacional de Segurança Pública, e será chefiado pelo almirante Alexandre Mota, secretário-adjunto da Secretaria Nacional de Segurança Pública.
Após a chacina na Cajazeiras, ocorrida em janeiro de 2018, quando deixou 14 mortos, o governador Camilo Santana procurou o presidente Michel Temer para solicitar apoio federal. No último dia 15 de fevereiro, lideranças do PCC foram mortas também no Ceará.

Tribuna do Ceará

Uma criança de 6 anos com suspeita de coma alcoólico e de consumo de drogas foi encaminhada desacordada para o Hospital Waldemar de Alcântara, em Fortaleza. O resgate para a capital cearense foi feito em ambulância, durante a noite desta quinta-feira (22).
A menina mora na cidade de Pedra Branca, mas foi resgatada em Quixadá, no sertão central cearense. As informações são da Rede Jangadeiro FM.
De acordo com o delegado de Pedra Branca, Lucas Ximenes, a menina deu entrada no municipal São Sebastião com suspeita de coma alcoólico e consumo de drogas. Sabendo do caso, a polícia foi ao local e ouviu o médico, que constatou o estado grave de saúde da criança.
Sem o suporte adequado, ela foi encaminhada para a unidade de saúde de Quixadá pelo Samu e, de lá, foi resgatada em ambulância, segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Segurança Pública. De acordo com o delegado de Pedra Branca, foi atestado que a menor havia ingerido alto teor de álcool e possivelmente cocaína. A droga utilizada não foi confirmada ao Tribuna do Ceará.
“Nós fomos ao local do fato, possivelmente, e lá, junto do Conselho Tutelar e da Guarda Municipal, nós conduzimos o suspeito pra delegacia. É um mendigo, um andarilho que vive bêbado pela cidade. Inclusive, ele estava bêbado no momento da abordagem. Nós continuamos as investigações e as testemunhas oculares foram enfáticas ao afirmar que o suspeito não tinha ministrado nem droga nem álcool para a menor”, explicou o delegado.
O delegado diz que já oficiou alguns órgãos sobre o caso, para ter mais suporte, mas não revela muitos detalhes para não atrapalhar as investigações. No entanto, aponta novos caminhos do inquérito.
“Na família, tem um depoimento bastante controverso. Foi um dos motivos que nós ouvimos outras pessoas, ouvimos a vizinhança, estamos com essas respostas, mas não posso dizer agora porque isso prepararia esse nome que temos aqui pra uma possível fiscalização, possível mandato de busca. A gente quer aguardar, mas no prazo legal gerar esse inquérito pra Justiça”, disse Lucas Ximenes
De acordo com o delegado, a criança saiu de Pedra Branca em estado grade, desacordada e entubada. A pena para quem oferece bebida alcoólica e droga para menores de idade vai de 2 a 4 anos, mais multa.

Tribuna do Ceará

A campeã olímpica Rafaela Silva usou as redes sociais para criticar uma abordagem policial, ocorrida nesta quinta-feira (22). A judoca afirma que foi parada por uma viatura da Polícia Militar (PM), no Rio de Janeiro, no caminho de sua casa e usou as redes sociais para desabafar: "Esse preconceito vai até onde?"

Em seu perfil oficial no Twitter, Rafaela Silva narra toda a história. Ela conta que, ao chegar no Rio de Janeiro, pegou um táxi no Aeroporto Internacional do Galeão, na Ilha do Governador para ir até a sua casa, localizada no bairro de Jacarepaguá. A abordagem policial aconteceu na Av. Brasil, e a judoca só conseguiu seguir viagem depois de ser reconhecida como "aquela atleta da Olimpíada".

"Chegando hoje (quinta-feira) no Rio de Janeiro, peguei um táxi pra chegar em casa! No meio da av Brasil um carro da polícia passou ao lado do táxi onde estou e os policiais não estavam com uma cara muita simpática, até então ok", disse Rafaela Silva, que não se atentou para o fato. "Continuei mexendo no meu celular e sentada no Táxi, daqui a pouco ligaram a sirene e o taxista achou que eles queriam passagem, mas não foi o caso, eles queriam que o taxista encostasse o carro".

A abordagem

O constrangimento, segundo Rafaela Silva, começou em seguida. "Quando o taxista encostou eles chamaram ele pra um canto, quando olhei na janela outro policial armado mandando eu sair de dentro do carro, levantei e sai, quando cheguei na calçada ele outro pra minha cara e falou... trabalha aonde? Eu respondi... não trabalho, sou atleta! Na mesma hora ele olhou pra minha cara e falou... vc é aquela atleta da olimpíada né? Eu disse... sim, e ele perguntou... mora aonde? Eu falei, em Jacarepaguá e estou tentando chegar em casa".

"Na mesma hora o policial baixou a cabeça entrou na viatura e foi embora! Quando entrei no carro novamente o taxista falou que o polícia perguntou de onde ele estava vindo e onde ele tinha parado pra me pegar. E o taxista respondeu... essa é aquela de judô, peguei no aeroporto e o polícia falou... ah tá! Achei que tinha pego na favela", escreveu Rafaela Silva.

"Isso tudo no meio da Av Brasil e todo mundo me olhando, achando que a polícia tinha pego um bandido, mas era apenas eu, tentando chegar em casa", afirmou a judoca, que encerrou a história com um desabafo. "Esse preconceito vai até aonde?"

DN

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