O que o Ceará pode esperar do governo de Temer

De mudança para o Palácio do Planalto e com chances de estabelecer moradia definitiva no comando do Executivo nacional até 2018, o vice-presidente Michel Temer tem enumeradas diversas medidas impopulares em sua missão de fazer o Brasil voltar a crescer, conforme apontam os economistas. 
"Seja o Temer ou quem for governar, terá que cortar e vai priorizar projetos prioritários ou os já adiantados, onde tem muito dinheiro aplicado. Ele vai olhar para o projeto e a importância que ele tem para a Região e dar seguinte", analisa Ênio Arêa Leão, vice-presidente técnico do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças do Ceará (Ibef-CE), acrescentando que "o impacto que empreendimentos como a Transposição trazem é muito maior que o investimento necessário para concluí-lo". 
Sobre os programas de transferência de renda como o Bolsa Família, o economista diz não acreditar que o vice-presidente decida encerrá-los, vide o "custo político muito grande para um governante tirar esses benefícios". "O governo que se estabelecer vai ter que dar continuidade a estes projetos.
Como uma pátria desenvolvida não dá para manter uma divisão entre Norte e Sul", afirma Wilton Baher, vice-presidente de Desenvolvimento do Ibef-CE. Ambos lembram que "o Nordeste foi muito benefiiado" com tais políticas e "apostam que o novo governo trará ânimo para economia brasileira", não sem antes promover uma temporada de medidas econômicas duras e impopulares.

* Com informações do Diário do Nordeste.
    Comente pelo Disqus
    Comente pelo Facebook
#Compartilhe