Após idosa morrer atropelada por ônibus, empresa cobra indenização à família por danos ao veículo

Três meses após o atropelamento que matou uma idosa Maria do Carmo Rocha Feijó, de 65 anos, no terminal da Parangaba, a família da vítima está angustiada não só com a saudade; por incrível que pareça, a empresa Vega está processando a família da mulher, cobrando na Justiça o pagamento de uma indenização pelos prejuízos ao veículo e o tempo que o carro ficou parado.
No dia 1º de março, a idosa tentou atravessar fora da faixa de pedestres uma via do terminal da Parangaba, quando foi atingida por um ônibus da empresa Vega. A família ainda sente a perda de Maria do Carmo. "Ela era muito especial, não apenas por ser nossa mãe, mas era uma pessoa muito boa", disse Fábio Feijó. 
Além da dor da empresa, a família tem que lidar com um processo da empresa de ônibus; a Vega exige na Justiça que a família de Maria do Carmo arque com alguns custos que eles dizem ter tido com o acidente. O valor gira em torno de R$ 3 mil. 
"Achamos um absurdo, apesar de que nosso advogado achou melhor pagar os danos para não aumentar o valor da ação. Eles cobraram os prejuízos do ônibus e o tempo em que ele ficou parado. Nosso advogado entrou em contato com eles e fechou um acordo", explicou o filho da vítima.
A produção da TV Diário tentou contato com a assessoria da Vega, mas a empresa disse que não vai se pronunciar sobre o assunto.



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