Fenômeno Lava Jato chama a atenção do mundo e investidores vêem Brasil com forte potencial

De acordo com o presidente da Transparência Internacional, José Ugaz, a Operação Lava Jato é um grande exemplo de combate à corrupção e está certíssima em atingir o alto escalão da política, mostrando que "ninguém está acima da lei". Ugaz disse em entrevista à Folha de São Paulo, que a Lava Jato está no caminho certo e não há nenhuma violação ao devido processo. Os políticos corruptos tentam mostrar que estão sendo perseguidos e que está havendo um "golpe de Estado". Para o chefe da Transparência Internacional, isso é normal acontecer, quando investigados possuem problemas na Justiça.
Existe ainda um pessimismo no Brasil em relação ao fim da corrupção, mas há também esperança das coisas irem por um lugar melhor. É importante sair às ruas, falou Ugaz, e exigir medidas necessárias da Justiça e dos parlamentares para que a força-tarefa não se perca sem concluir as investigações e evitar assim a não punição aos políticos. Os desafios contra a corrupção têm que ser enfrentados a todo momento.

Internacionalização da Lava Jato
As empresas ligadas a Petrobras e envolvidas em dinheiro "sujo" devem pagar por seus crimes. Segundo Ugaz, o Brasil tem que punir empresas que fizeram corrupção fora do país também. O esforço brasileiro beneficiará outros países.
A Lava Jato só conseguiu evoluir com a autonomia dos órgãos de Justiça e de controle da corrupção.
Vale ressaltar que o monitoramento da cidadania é importantíssimo para o sucesso da Operação. Surgirão novas leis para abafar e tentar liquidar a Operação e a população tem que estar "de olho' para não deixar isso acontecer, ressaltou Ugaz.

Fenômeno
A Operação Lava Jato é um fenômeno mundial que chama a atenção de vários investidores estrangeiros. Eles vêem no Brasil um novo ambiente de negócios, com mais competição e menos suborno. Falar mal da Lava Jato é apenas para aquelas pessoas que estão com problemas na Justiça e se beneficiaram do sistema antigo para se enriquecerem.
Um grande avanço da Justiça, na visão do chefe da Transparência Internacional, é a decisão de que condenados em segunda instância apelem cumprindo sentença de prisão.

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