Quando começarei a morrer, doutor?

Porque então quando criança, somos capazes de grande gestos e com o passar da idade passamos a ser cada vez mais mesquinhos, hein?
Arrumamos desculpas para justificarmos os nossos atos e omissões?
Inventamos pretextos para não fazer isso ou aquilo?
Fugimos de algumas nossas responsabilidades julgando não sermos capazes... pois saiba, “somos sim”.

Certa vez, um amigo enfermeiro me contou uma linda história verídica, sobre um ato de amor que compartilhamos com você nessa manhã:
Há muitos anos, quando ele estava de plantão, trabalhando em um hospital, veio a conhecer uma menininha chamada Liz, que sofria de uma terrível e rara doença. 
A única chance de recuperação para ela parecia ser através de uma transfusão de sangue do irmão mais velho dela, de apenas 5 anos que, milagrosamente, tinha sobrevivido a mesma doença e parecia ter, então, desenvolvido anticorpos necessários para combatê-la.
O médico explicou toda a situação para o menino e perguntou, então, se ele aceitava doar o sangue dele para a irmã.
Contou que viu ele hesitar um pouco, ficou pensativo por alguns instantes, mas depois de uma profunda respiração, ele disse: - "Tá, eu topo já que é para salvá-la...".
A medida que a transfusão foi progredindo, ele estava deitado na cama ao lado da cama da irmã e sorria, os enfermeiros também, ao ver as bochechas dela voltarem a ter cor. 
De repente, o sorriso dele desapareceu e ele empalideceu. Ele olhou para o médico responsável e perguntou com a voz trêmula: - "Eu vou começar a morrer logo, doutor?"
Por ser tão pequeno e novo, o menino tinha interpretado mal as palavras do médico, pois ele pensou que teria que dar todo o sangue dele para salvar a irmã!
Pois é, compreensão e atitude são tudo. 

A beleza da vida está nos amores incondicionais, nos desafios ultrapassados, nas conquistas alcançadas e nas que ainda estão por vir.
Então, trabalhe como se você não precisasse do dinheiro, ame como se você nunca tivesse se machucado, dance como se ninguém estivesse olhando. Assim é a vida!
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