Presidente dos Correios admite falta de dinheiro para pagar funcionários a partir de setembro

O presidente dos Correios, Guilherme Campos, defende em entrevista ao jornal O Globo uma série de medidas drásticas para tentar diminuir o prejuízo de R$ 2,1 bilhões em 2015 e um novo rombo de R$ 900 milhões nos cinco primeiros meses de 2016.
Guilherme Campos anuncia que a estatal deve cortar patrocínios, vender imoveis, renegociar a parceria com o Banco do Brasil no Banco Postal, aumentar a participação dos funcionários no plano de saúde e um novo empréstimo.
"As despesas com patrocínio estavam em R$ 300 milhões no ano passado. Este ano estão em R$ 180 milhões e quero baixar o valor pela metade no ano que vem", declara o presidente dos Correios. Mas, tudo isso não será suficiente para conseguir dinheiro até setembro.

Salários ameaçados
Campos admite que pode faltar dinheiro para pagar os 117,4 mil funcionários da estatal. A folha de pagamento da instituição correspondente a cerca de 60% a 70% do faturamento anual, que está em torno de R$ 10 bilhões. "A partir de setembro as coisas começam a se complicar", disse Campos.
A reportagem completa está publicada na edição desta segunda-feira (11) do jornal O Globo.
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