Após prisão de policiais pela Chacina da Messejana, categoria ameaça greve

Quando começou a circular em redes sociais como 'WhatsApp', 'Telegram' e 'Zello' a notícia sobre o decreto prisional dos acusados da chacina, rapidamente surgiram informações sobre paralisação de Companhias e Batalhões da Polícia Militar (PM), na Capital e região metropolitana. No entanto, fontes da PM revelaram que, ontem, não houve nenhum caso de viatura parada.
Um oficial da Corporação (identidade preservada) afirmou que o clima era de revolta nos bastidores da tropa. "Estão todos indignados com esses mandados (de prisão), mas os policiais que tiveram as prisões decretadas se apresentaram com seus respectivos comandantes".
A fonte disse não saber o que pode acontecer nos próximos dias nas ruas. "Esse dia era esperado e todos sabiam que os policiais não receberiam essa notícia sem manifestações de repúdio. Podemos ter uma greve branca", contou o oficial, que não acredita em uma paralisação geral da tropa nos próximos dias.

Solidariedade
Policiais militares de várias patentes manifestaram, em redes sociais, o desejo de parar as atividades em solidariedade aos colegas presos. Além de informações não confirmadas de viaturas paradas, nomes de oficiais superiores (majores) que não foram presos, acabaram sendo divulgados como estando na lista dos que se entregaram. No entanto, apenas um tenente teve mandado de prisão expedido contra ele.

Diário do Nordeste
    Comente pelo Disqus
    Comente pelo Facebook
#Compartilhe