Cagece disponibiliza simulador para tarifa de contingência

Na tentativa de auxiliar os consumidores a se adaptarem às novas metas de economia de água, a Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) disponibiliza nos meios virtuais um simulador de conta. Desde o último domingo (18), os moradores da Capital já passaram a ser cobrados pela nova medida, enquanto na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), a atualização dos índices de contenção de água começaram a valer nesta segunda-feira (19).
Por meio do site da Cagece ou do aplicativo da companhia é possível simular a tarifa de contingência, a partir da nova meta de 20%de economia de água requerida a cada consumidor, tomando como base o próprio consumo médio anual calculado entre outubro de 2014 e setembro de 2015.
A própria conta de água recebida mensalmente pelos usuários do serviço de distribuição de água da Cagece traz impressa a meta que cada cliente deve perseguir. Caso a redução no uso do recurso hídrico não atinja a marca estabelecida pela Cagece, à conta será acrescido um valor de 120% sobre o volume ultrapassado. Antes da atualização, exigia-se uma redução de 10% no consumo, com possibilidade de pagar um acréscimo de 110%.

Cálculo
Para calcular o quanto irá pagar caso ultrapasse a meta de consumo, é possível acessar o simulador utilizando o CPF ou CNPJ do titular da conta, assim como o número de inscrição do imóvel na Cagece. Tal informação pode ser conferida na posição superior da conta de água.
Em seguida, o sistema exibe para o cliente a sua meta de consumo, baseada na tarifa de contingência. Logo abaixo, há um campo em branco que deve ser preenchido com o valor do volume de água consumido durante o mês. Por fim, ao clicar no comando “simular”, o cliente tem acesso aos valores separados da conta de água sem a tarifa, da conta de esgoto, do valor total excedente de água com a tarifa de contingência e, por último, do valor total.
A página conta ainda com dicas de economia de água e respostas para perguntas frequentes. A Cagece ressalta ainda que 60% dos imóveis da Capital e da RMF não serão enquadrados na tarifa de contingência, pois já cumprem a demanda mínima da companhia, de consumo de até 10m³ por mês.

Diário do Nordeste
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