Monsenhor Luís Ximenes: o trem que carrega a religiosidade e a fé dos quiterienses

“Eu sou maquinista do trem que vai de Santa Quitéria a eterna Jerusalém”. Esta e outras frases fazem-nos recordar todos os dias, principalmente, a 4 de outubro, o maior ícone da história religiosa de nosso município: Monsenhor Luís Ximenes Freire.
Durante 4 décadas, quiterienses, hidrolandenses, catundenses foram guiados espiritualmente pelo sacerdote e assim, sendo acolhido e respeitado pela figura marcante que se construiu.
De menino, a recordação dos apitos da Maria Fumaça e de homem, as caminhadas na Praça da Matriz, as suas fontes inspiradoras para toda a vida: Paixão Rodoviária; O Trem, Meu Velho Amigo; Sua Alteza, Maria Fumaça; Sonetos do Trem Perdido e Liturgia dos Trens, além de inúmeras poesias que encantam a todos.
Até os dias de hoje, podemos considerar que Monsenhor Ximenes é o trem que carrega, fortalece, intensifica a religiosidade e a fé do povo quiteriense, que tanto o venera,
Infelizmente, há exatos 22 anos atrás, o destino pregou um duro golpe, tirando o Monsenhor de nosso convívio após a celebração da Santa Missa na Igreja Matriz, partindo no seu querido trem para a vida eterna.
No trem do dia 04, São Francisco das Chagas já vem de Canindé e passou por Santa Quitéria, levando consigo o nosso padre. Das lembranças, fica nos trilhos, os seus maiores exemplos: a simplicidade, a humanidade e a forma a qual cantava em verso e prosa, os sonhos, o amor e a fé.

A Voz de Santa Quitéria
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