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Aumento da PM entra em vigor em fevereiro; valores

Um Coronel da Polícia Militar do Ceará ganhará, em dezembro de 2018, R$ 15.300,08. O soldado, no mesmo período, receberá mensalmente de soldo a importância de R$ 3.253,51. A mensagem do governador instituindo os novos valores remuneratórios dos militares da Polícia e do Corpo de Bombeiros, chegada à Assembleia no último dia útil do ano passado, terá tramitação em Regime de Urgência, conforme solicitado pelo governador, logo no início de fevereiro, na reabertura dos trabalhos do Legislativo, após o recesso de fim de ano, iniciado na última semana de dezembro passado.
Diz o governador Camilo Santana, na mensagem que acompanha o projeto, não haver “dúvida da importância em se reconhecer o valioso trabalho desempenhado pelos militares do Estado, que diariamente arriscam suas vidas no combate ao crime, dando maior tranquilidade à população cearense. Como um grande ato desse reconhecimento é que  o Governo do Estado, cumprindo compromisso assumido com a categoria, apresenta o presente Projeto de Lei, através do qual se busca promover melhoria na remuneração dos militares, alçando-os a um patamar remuneratório equivalente à média da remuneração percebida pelos demais militares dos Estados do Nordeste”.
Os valores totais, resultado da soma do soldo e de duas gratificações recebidas pelos policiais e bombeiros, a partir da publicação da Lei, a partir do próximo mês, caso os deputados realmente atendam o pedido de urgência feito por Camilo, será o seguinte:



Pelo projeto do Governo, a partir de 1º de agosto deste ano, os militares terão um pequeno aumento. Em janeiro de 2018, mais um. E finalmente,  em  dezembro do próximo ano a última parcela, mais significativa mesmo para o oficialato.
O argumento de deputados governistas é que os soldos dos praças da Polícia Militar e Bombeiros cearenses já estão acima da média dos demais militares estaduais nordestinos.
Quanto ao reajuste geral dos demais servidores só o que se sabe é que será bem inferior aos índices da inflação dos dois últimos anos, de aproximadamente 18%. Há governista admitindo que o reajuste, no máximo, pode se aproximar dos 5%, parceladamente. A crise econômica nacional e a precária situação dos estados brasileiros, alguns sem condições de pagar em dia os seus servidores, aposentados e pensionistas, são as razões apresentadas por parlamentares governistas para as previsões sobre o reajuste geral.

Blog do Edison Silva
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