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Saco cheio do emprego? (Parte 2)

Na semana passada iniciamos a discussão sobre o porquê dos servidores públicos municipais reclamarem tanto de sua situação, mesmo sendo beneficiários de estabilidade e salário fixo e certo mensal.
Para entender melhor a situação é preciso entender a própria definição de SERVIDOR PÚBLICO.
Segundo a definição mais genérica, adotada pela doutrina, SERVIDOR PÚBLICO é a pessoa física que presta serviços ao estado e às entidades da administração indireta, com vínculo empregatício e mediante remuneração paga pelos cofres públicos. Trocando em miúdos, é quem trabalha com vínculo ou prestando serviços para órgãos públicos.
Assim como todo empregado, o servidor público também tem direitos e deveres, e aí é que reside o grande problema: a grande maioria dos servidores, valoriza e dá atenção muito mais aos seus direitos do que a seus deveres. Esquecem que sua atuação está necessariamente voltada para os anseios da sociedade, que sua profissão lhes dá a oportunidade de servir a comunidade, resolvendo problemas e conflitos, trazendo a esperança, principalmente, aos mais carentes, e cuidando das pessoas, dos valores e dos bens públicos. 
Compreendi, analisando muitos casos, que o que falta, na verdade, são dois fatores ou circunstâncias que movem a pessoa a valorizar e ter paixão pelo que faz, independentemente da estabilidade, salário, condições de trabalho, etc: MISSÃO e PROPÓSITO. 
A MISSÃO corresponde à consciência de que, enquanto SERVIDOR PÚBLICO, como a própria nomenclatura da profissão sugere, sua função primordial é SERVIR AO PÚBLICO, da forma mais educada, eficiente e eficaz possível, prestando a devida atenção e amparo a quem necessita e procura, satisfazendo os anseios de quem busca nas mais variadas espécies de prestação de serviços públicos a resolução de seus problemas.  Essa MISSÃO deveria ser lembrada a todo momento, enraizada na mente do servidor e praticada rotineiramente para que se torne um hábito (um excelente hábito por sinal).
O PROPÓSITO é visto como a intenção, o objetivo, a finalidade do porque o servidor está onde está. A autoconsciência de que se ele escolheu essa profissão, dentro do serviço público, deve ser fiel à instituição que trabalha, se comportar de forma a transparecer que sua MISSÃO está sendo cumprida e, sobretudo,  encontrar motivação para diariamente acordar pela manhã e ter orgulho e satisfação no que faz.
E como entender a MISSÃO e criar um PROPÓSITO para ser SERVIDOR PÚBLICO, independentemente de quaisquer condições adversas ?
É aí que tudo fica interessante, quando aplicamos o COACHING para ajudarmos essas pessoas a conquistar essas duas coisas tão importantes para eliminar de vez o que lhes deixa desanimados, cabisbaixos, o que lhes leva a reclamar, praguejar e as vezes até amaldiçoar seu destino...
Saiba mais leitor, em nosso capítulo final, onde vamos explicar como o COACHING pode operar esse milagre na vida das pessoas que escolheram essa carreira tão digna e ao mesmo tempo desafiante.
Se você é servidor público, vive com ou conhece alguém que é, não perca a parte final dessa história...

Um abraço e que Deus abençoe,

João Paulo Jr.
Master Coach  
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