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Projeto da UFC refaz rostos de pacientes utilizando próteses faciais

Há quatro anos, Ivanildo Azevedo perdeu o nariz, o lábio superior e parte do céu da boca após um câncer de pele se espalhar pelos ossos do rosto.
Além da dificuldade para se alimentar, a autoestima do aposentado ficou abalada. Mas, segundo Ivanildo, tudo melhorou quando ele colocou a prótese.
“Eu chamava muita atenção quando chegava em algum local. Mas hoje não, levo uma vida normal”.
A prótese de seu Ivanildo foi implantada no Núcleo de Defeitos da Face, projeto de extensão do curso de Odontologia da Universidade Federal do Ceará (UFC).
Ele existe há mais de duas décadas e tem o objetivo de reabilitar pacientes que perderam partes do rosto, seja um olho, o nariz, uma orelha ou tecidos da boca.
O núcleo atende uma média de 100 pessoas por ano. E não é pouco, já que a prótese de cada um precisa de cerca de 10 sessões para ser totalmente implantada. Quase 80% dos pacientes atendidos têm mutilações causadas por câncer de cabeça e pescoço.
As próteses são feitas de silicone ou resina e a ideia é que elas fiquem o mais natural possível. Fazer as pazes com o espelho costuma ser o principal benefício para o paciente. Mas alguns casos ainda têm a vantagem de recuperar funções prejudicadas.
Se você também quer ser atendido pelo Núcleo de Defeitos da Face, precisa ligar para agendar uma consulta. O número é o 3366-8401

Tribuna do Ceará
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