Empresário e quatro comparsas são presos por roubo de cargas avaliadas em R$ 300 mil, em Sobral

Um empresário de Sobral e mais quatro integrantes de uma organização criminosa especializada em roubo e receptação de cargas foram presos pela Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos e Cargas (DRFVC), da Polícia Civil. A carga recuperada é avaliada em R$ 300 mil. Os resultados da investigação foram apresentados em coletiva de imprensa, nesta segunda-feira (15).
A investigação da DRFVC, que contou com apoio da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF), começou no último dia 8 de janeiro, quando uma carga de 602 botijões de gás foi roubada, no Município de Umirim (a cerca de 100 km de distância de Fortaleza).
Logo no dia seguinte, os policiais civis conseguiram prender três suspeitos e apreender um revólver calibre 38 e dois veículos (sendo um Fiat Siena e um Volkswagen Gol), em Pacatuba, na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). Antônio Erinaldo de Jesus do Carmo, 34, Egmon Douglas Silveira Pontes, 25, e Elan Carlos Almeida Rodrigues, 24, seriam os assaltandes do grupo criminoso, tendo roubado a carga de botijão de gás, avaliada por si só em R$ 250 mil.
A Polícia deu o próximo passo na cadeia criminosa e capturou Anderson Barreto Gomes, 34, em São Gonçalo do Amarante, também na RMF, na quarta-feira (10). Um veículo Volkswagen Gol foi apreendido. Ele era o articulador entre os assaltantes e os receptadores.
Com a prisão de Anderson, a Polícia chegou a um dos seus principais clientes, um empresário famoso de Sobral (a cerca de 260 km de distância da Capital). Francisco Evilásio Ferreira Melo, 44, foi preso em flagrante, com os 602 botijões de gás roubados em Umirim e mais 6 toneladas de arroz roubados em dezembro de 2017, em Fortaleza.
A quadrilha foi autuada pelos crimes de roubo, organização criminosa e receptação qualificada. O empresário Francisco Evilásio já respondia por furto; Egmon Douglas, por furto e receptação; Antônio Erinaldo, por porte ilegal de arma de fogo e homicídio; e Elan Carlos, por roubo. Anderson Gomes não tinha antecedentes criminais.
A sequência da investigação será voltada para os receptadores. A Polícia lembrou que, quem adquire material roubado conhecendo a sua origem criminosa, também pode responder pelo crime de receptação.
DN
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