Rombo da Previdência em 2017 foi o maior da história: quase R$ 270 bi

O rombo da Previdência Social em 2017 foi o maior da história: quase R$ 270 bilhões.
A cada ano, um rombo maior. O INSS, que paga aposentadorias e benefícios do setor privado, fechou 2017 com um déficit de R$ 182,4 bilhões. Em 2016, o rombo já era de R$ 150 bilhões, com quase 30 milhões de aposentados e pensionistas.
No setor público, que atende servidores civis e militares, o déficit aumentou de R$ 77,1 bilhões para R$ 86 bilhões. São cerca de um milhão de beneficiários. Na soma, o rombo dos setores público e privado se aproximou de R$ 270 bilhões - alta de 18,5 % em um único ano.
O aumento já era esperado. A arrecadação se manteve estável e os benefícios e aposentadorias cresceram em ritmo acelerado porque a população está envelhecendo.
A reforma da Previdência que está no Congresso faz mudanças nos dois sistemas de aposentadorias. O texto original do governo previa uma economia de quase R$ 800 bilhões em dez anos. A proposta que foi modificada pelos deputados reduziu essa economia para R$ 500 bilhões.
Os líderes governistas, mesmo no recesso do Congresso, trabalham para convencer os deputados a aprovar a reforma em fevereiro e sem fazer novas concessões.
O secretário de Previdência, Marcelo Caetano, disse que se a reforma for aprovada no Congresso até março, ou seja, passando pela Câmara e pelo Senado, o governo deixaria de gastar até R$ 6 bilhões em 2018. Pela primeira vez, o déficit poderia ser menor do que o esperado por uma redução da despesa.
“O ponto principal da Previdência mais equilibrada é ter a garantia do pagamento das aposentadorias e pensões no ambiente mais igual. A garantia do pagamento das aposentadorias e pensões quebrando privilégios, tirando os benefícios, os privilégios das camadas mais altas e mantendo os benefícios da população mais carente. A gente vê que o déficit da previdência cresce na ordem de dezenas de bilhões de reais por ano. Dezenas de bilhões de reais por ano é um dinheiro suficiente para construir muita casa, dinheiro suficiente para gastar mais com segurança, mais em educação”, afirmou Caetano.

G1
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