Reunião do G20 é marcada por pedidos de diálogo e paciência

Terminou neste domingo (22) a reunião entre ministros da Fazenda e presidentes de Bancos Centrais do G20. O 3º encontro do ano foi marcado por pedidos de diálogo e parceria em defesa do comércio internacional.

Os pedidos se deram diante dos episódios de recrudescimento da disputa comercial entre Estados Unidos e China e das elevações nas tarifas por ambos os países.

Nos últimos meses, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, decidiu reforçar sua política protecionista. Em resposta, a China respondeu com medidas similares, o que acirrou a guerra tarifária entre as potências.

O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, participou do encontro e chamou atenção para os efeitos de uma guerra comercial mundial sobre os países emergentes.

Segundo ele, o Brasil poderia se beneficiar no curto prazo dos conflitos entre as potências, caso ocupasse o espaço deixado por exportadores norte-americanos e aumentasse sua entrada no mercado chinês. No entanto, isso não compensaria os prejuízos causados por uma guerra comercial para a economia mundial.

O secretário internacional do ministério da Fazenda do Brasil, Marcello Estevão, também pediu parcimônia. Durante entrevista coletiva, afirmou que a guerra de tarifas afetará o crescimento tanto das economias de países desenvolvidos quanto dos em desenvolvimento.

O encontro reuniu as 19 maiores economias do mundo e a União Europeia, que representam 85% da economia mundial. O evento começou no sábado (21) e foi sediado em Buenos Aires, na Argentina.

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