Ceará tem 352 mil idosos inadimplentes

O Ceará registrou aumento de 24 mil idosos inadimplentes entre julho de 2017 e igual período deste ano. O número passou de 328 mil para 352 mil inadimplentes em um ano, uma alta de 7,31%, segundo estudo divulgado, ontem, pela Serasa Experian. A entidade, contudo, não possui dados da dívida total dos cearenses desta faixa etária e nem o valor médio das contas. Porém, as informações revelam um comportamento de inadimplência entre os idosos diferente do padrão de dívidas em atraso que prevalece entre os adultos mais jovens no País.
No Nordeste, a Bahia lidera o número de idosos inadimplentes, com cerca de 686,4 mil pessoas acima de 61 anos. Em seguida, aparecem: Pernambuco (501,6 mil), Ceará (352 mil), Maranhão (281,6 mil), Alagoas e Paraíba (158,4 mil), Rio Grande do Norte (149,6 mil), Piauí (140,8 mil) e Sergipe (88 mil).

Contas básicas em atraso
Os compromissos que os brasileiros acima de 61 anos mais deixaram de pagar são as contas básicas de água e energia (34,30%), sendo que esse débito no índice geral da população corresponde a 19,40% do total, uma diferença de 14,9 pontos percentuais.
Na sequência da composição dos orçamentos dos idosos que operavam no vermelho, no sétimo mês deste ano, aparecem as pendências com bancos e cartões (27,80%), telefonia (10,70%), financeiras e leasing (9%), varejo (7,40%) e serviços (6%). Já o perfil médio dos inadimplentes no Brasil aponta que a maior parte das dívidas em aberto se concentram junto a bancos e cartões (28,50%) e na continuidade figuram as contas básicas (19,40%), varejo (12,60%), telefonia (11,60%), serviços (10,40%) e financeiras e leasing (10%).

Maior expansão
O sétimo mês de 2018 contabilizou 8,8 milhões de idosos em todo o País que deixaram de pagar em dia seus compromissos - um aumento de 10% em relação ao apurado no período correspondente do ano passado (8 milhões). O valor do montante de contas em atraso entres os inadimplentes na faixa etária acima de 61 anos também subiu, e atingiu R$ 41,1 bilhões. Isso resulta em uma dívida média de R$ 4.668 por idoso.

Diário do Nordeste
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