Estarei no 2º turno e unirei a família brasileira, diz Ciro no último dia de campanha

Para o presidenciável Ciro Gomes (PDT), a eleição presidencial deste ano foi marcada pela "confrontação odienta". "Temos 48 horas para achar, com a benção de Deus, o caminho do equilíbrio, desarmar essa bomba e permitir que o Brasil proteja-se da bomba, do salto no abismo do nazi-fascismo produzido pelo antipetismo, que não entendeu nada sobre qual é a necessidade do Brasil de hoje: paz, diálogo e construção de um novo projeto de desenvolvimento", sustentou. Ele afirmou que estará no segundo turno e irá "unir a família brasileira". As declarações foram dadas pelo candidato antes do início de carreata que acontece na manhã deste sábado (6), em Fortaleza.
A carreata partiu da Avenida do Aeroporto Internacional Pinto Martins, gerando engarrafamento no sentido Aeroporto-Cocó, e tem como ponto de chegada a Areninha do Pirambu. Além do presidenciável, participam da atividade o governador Camilo Santana (PT), o prefeito Roberto Cláudio (PDT) e o vice-prefeito Moroni Torgan (DEM), além de outros parlamentares e apoiadores. Pela tarde, Ciro participará de uma caminhada em Sobral.
Em entrevista na véspera da eleição, porém, o candidato não poupou a classe política. Para ele, "há mil motivos para o povo brasileiro protestar". Segundo o trabalhista, a política tradicional "está falhando miseravelmente". Entretanto, sustentou Ciro, o sentimento de ódio não pode orientar a escolha dos candidatos. "O voto não é uma ferramenta de ódio. É uma ferramenta de construção", disse, argumentando que o "ódio sem causa vira violência".

Terceiro colocado nas pesquisas
O candidato, que tenta furar a polarização entre Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL) para chegar ao segundo turno, declarou que a região Nordeste terá prioridade em eventual governo. "A grande tarefa do meu governo será superar a desigualdade e a miséria. E elas têm endereço: a periferia das grandes cidades e o Nordeste. Tenho que proteger o meu povo, pois é daqui que eu venho", disse. 
Ciro também apelou ao discurso de união e moralização do serviço público, ao afirmar que vai acabar com o loteamento da máquina federal caso consiga subir a rampa do Palácio do Planalto. "Vou fazer diferente como estou fazendo esta campanha", disse ele, acrescentando que a política "será uma ferramenta para gente decente".

Diário do Nordeste
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