Lula pede a Moro que atrase processo para evitar exploração eleitoral

Os advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediram ao juiz federal Sérgio Moro que suspenda o prazo das alegações finais do Ministério Público Federal em uma ação penal envolvendo o Instituto Lula e um apartamento em São Bernardo do Campo até depois das eleições.

A justificativa é que, em outra ação –a que envolve o sítio em Atibaia– o juiz adiou o interrogatório final do petista para depois do período com o objetivo de “evitar a exploração eleitoral“.

O petista já foi interrogado, negou as acusações e o processo entrou na fase de alegações finais em 14 de setembro, por determinação do juiz federal da 13ª Vara de Curitiba. Nesta ação penal, o ex-presidente é acusado de receber propinas de 12,5 milhões de reais envolvendo a compra de terreno em São Paulo –onde, segundo a acusação, seria a nova sede do Instituto Lula– e a aquisição de apartamento vizinho à residência do petista em São Bernardo do Campo, no edifício Hill House.

Segundo as investigações da Lava Jato, os imóveis foram comprados pela Odebrecht por meio de laranjas, como o engenheiro Glauco da Costamarques, primo do amigo de Lula, José Carlos Bumlai, e a construtora DAG.

O ex-presidente também pediu que o prazo de suas alegações finais seja marcado para depois das alegações dos réus na mesma ação em que assinaram o acordo de delação premiada. Pediu que o julgamento seja realizado após o pronunciamento final do Comitê de Direitos Humanos da ONU.

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