Proposta de Governo, General Theophilo pretende transformar o Brasil em "ilha de segurança"

Anunciado pelo juiz federal Sérgio Moro para a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), o General Theophilo pretende transformar o Brasil em uma "ilha de segurança", como defendia durante a campanha ao Governo do Estado do Ceará contra o atual governador e reeleito Camilo Santana (PT). O militar reformado reconhece que a missão é ainda mais desafiadora.
"Implementar aquilo que falei para o Governo do Estado, que era transformar o Ceará em uma ilha de segurança. Agora vamos ter uma missão um pouco mais complicada, que é transformar o Brasil, mas dentro daquele critério que sempre falei, que é uma fiscalização grande nas fronteiras, nos portos, aeroportos", disse.
O plano é monitorar as fronteiras, intensificar os trabalhos de inteligência com países vizinhos e investir em tecnologia com Israel e Estados Unidos. "Tenho muita convicção de que vamos vencer as facções criminosas".

Bolsonaro
General Theophilo revelou que foi convidado pelo próprio presidente eleito Jair Bolsonaro e teve a nomeação efetivada pelo futuro ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro. "Intelgrar a equipe de um homem sério, uma referência nacional, uma equipe que só tem paranaense, sou o único de fora. Realmente, uma referência grande. Fiquei muito satisfeito. É a minha área. A área que atuei a vida inteira. Tenho experiência muito grande não só no Brasil, como no exterior", revelou.
Apesar de ter nascido no Rio de Janeiro, o militar se considera um representante do Ceará no Governo Federal. "Não me considero carioca, me considerado cearense. Vou lutar pelo meu estado", disse.

Camilo Santana
Theophilo revelou que teve uma conversa com o governador Camilo Santana nesta terça-feira (4), com quem trocou inúmeros processos na Justiça Eleitoral. Os dois se encontrarão pessoalmente no próximo dia 12 de dezembro, quando Sérgio Moro se reunirá com gestores dos estados.
"Vou recebê-lo aqui em Brasília, vou reforçar a segurança do nosso Estado, isso aí é fundamental pra mim. E todo o Brasil", comentou. "Vamos buscar fazer uma padronização de segurança. Todos serão tratados da mesma forma. Não tem preferência política. Só temos que priorizar os estados que estão em pior situação. E considerado que o Ceará está precisando de uma atenção especial".

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