Últimas Notícias

Três homens armados invadiram o Centro Administrativo do Crato, no Sul do Ceará, e levaram 26 mil comprimidos anti-inflamatórios, destinados à população. Além dos medicamentos, os ladrões levaram celulares, lanternas e rádio comunicadores dos seguranças. O trio também tentou arrombar um caixa-eletrônico. 
O delegado da Polícia Civil do Crato, Diogo Galindo, informou ao Sistema Verdes Mares que os três homens renderam os seguranças e conseguiram levar os medicamentos. “Foram três indivíduos. Eles invadiram o local e renderam os dois guardas municipais que estavam de plantão. Os criminosos levaram celulares, rádios comunicadores e lanternas”, afirmou o delegado.  
O secretário de saúde do Crato, André Barreto, disse que a população não ficará desassistida. “Os bandidos levaram de três ou quatro caixas de um tipo só de medicamento e esse medicamento nós ainda temos no estoque e hoje (quinta-feira) já fizemos um inventário e sabemos quanto foi furtado, e ao longo dessa semana, vamos fazer a reposição”. 
O secretário ressaltou também que a prefeitura vai acompanhar as investigações e que mais pessoas participaram do roubo contra o centro administrativo. 
“Nós já registramos o boletim de ocorrência na delegacia de Polícia Civil do município. Agora vamos acompanhar as investigações do caso. Tomara que consigamos encontrar essas pessoas. Mais gente participou, pois, um dos ladrões estava comunicando o roubo com uma pessoa pelo aparelho celular”.

G1

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, afirmou na noite desta quarta-feira, 17, que o Brasil precisa passar por "profundas reformas estruturais".
De acordo com o ministro, entre as reformas estão "a da Previdência, tributária e na área de segurança pública".
Toffoli disse ainda que é preciso que a política "volte a liderar o desenvolvimento do País".
Segundo Toffoli, os poderes da República e da sociedade civil "precisam seguir o caminho do diálogo construtivo e transformador rumo à construção de um País mais justo".
O presidente do STF voltou a defender que o "equilíbrio entre os Poderes está a chave para o progresso de uma nação".

Estadão Conteúdo


O Ministério Público do Estado (MPCE) instaurou nessa quarta-feira, 17, apuração sobre eventuais irregularidades nos consórcios de saúde do Ceará.
Aberto na Procuradoria dos Crimes contra a Administração Pública (Procap), o procedimento investiga preliminarmente as 21 entidades existentes hoje no Estado, que atuam no gerenciamento de policlínicas e Centros de Especialidades Odontológicas (CEOs) em cidades do Interior e região metropolitana de Fortaleza.
Coordenadora da Procap, a procuradora Vanja Fontenele afirma que, no âmbito dessa apuração inicial, o MPE estabeleceu prazo de dez dias para que o Tribunal de Contas do Estado (TCE) e a Secretaria da Saúde do Estado (Sesa) forneçam ao órgão todas as informações disponíveis a respeito de possíveis malfeitos nos consórcios.
"O que temos é que a Sesa afirma que há irregularidades (em alguns consórcios). Queremos saber que irregularidades são essas", diz a chefe da Procap. "Se derem um norte de que alguém cometeu crime contra a administração pública e se o autor tiver prerrogativa de foro, (a investigação) fica na Procap."
De acordo com Vanja, a apuração conduzida pelo MPE foi deflagrada sem que o Ministério Público tenha sido provocado. "Fui atrás das matérias jornalísticas sobre o assunto e instaurei de ofício", esclarece.
O TCE, responsável pela análise das contas dos consórcios de saúde, identificou irregularidades nas prestações de todos eles. Secretário de Controle Externo do tribunal, Raimir Holanda confirmou que as suspeitas se referem apenas a 2017.

O POVO Online

Depois de ter batido recordes nos números, o estado do Ceará apresenta redução de homicídios. De acordo com estatísticas do Monitor da Violência do G1, que analisa números de assassinatos em todo o Brasil, o Ceará foi o estado com maior diminuição de mortes no primeiro bimestre de 2019, seguido pelo Rio Grande do Norte.
Os dados apontam que, em janeiro e fevereiro deste ano, o estado apresentou queda de 57,9% no índice de mortes violentas. Nos dois primeiros meses de 2018, foram assassinadas 844 pessoas, enquanto no mesmo período de 2019 foram 355 mortes.
A diminuição entre janeiro do ano passado e janeiro deste ano foi de 60,2%, enquanto na comparação entre os meses de fevereiro a queda é de 55%.

'Conjunto de ações'
Para o titular da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS-CE), André Costa, a diminuição é resultado de um conjunto de ações e estratégias iniciadas ainda em 2017. Já para o estudioso da violência no Ceará Luiz Fábio Paiva, a redução ocorreu devido a um acordo entre facções criminosas, que se uniram para atacar órgãos do estado no início do ano.
Conforme o secretário, os resultados positivos só chegaram porque os policiais civis e militares passaram a confiar e acreditar no trabalho que foi pensado pela cúpula da pasta.
Os investimentos feitos na tecnologia aliada à Segurança Pública é outro ponto destacado pelo secretário. De acordo com o gestor, o Ceará tem sido pioneiro e referência no Brasil.

'Acordo entre facções'
O pesquisador do Laboratório de Violência da Universidade Federal do Ceará (UFC) Luiz Fábio Paiva pondera que os números devem ser observados em um prazo maior. O especialista garante que os últimos anos foram intensos em termos de violência de grupos armados que protagonizaram diversos homicídios, inclusive chacinas e invasões territoriais.
"Eu tenho chamado muita atenção quanto a isto: de que os resultados deste ano não significam uma mudança no trabalho do governo do estado, que vem realizando uma política de enfrentando há alguns anos, e a diferença agora é que estamos passando por um processo de acomodação", esclarece o pesquisador.
"O que nós estamos experimentando agora é a reacomodação das forças. Dizer isso não é desqualificar os serviços de segurança pública, as forças policiais e o sistema de Justiça, mas reconhecer que eles não têm como serem os responsáveis por um processo que é muito maior. Os grupos continuam existindo e atuando e impondo o seu mando nas periferias de todo o estado do Ceará", pontuou o pesquisador.

G1

Em vigor desde dezembro de 2015, a tarifa de contingência aplicada pela Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) pode ser considerada prática abusiva, de acordo com os órgãos de defesa do consumidor. O motivo apontado é a falta de transparência nos cálculos utilizados e na data limite de vigor da tarifa.
O diretor de fiscalização do Programa Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (Decon), Pedro Ian Sarmento, avalia que, embora a medida esteja sendo utilizada por conta da escassez hídrica, a cobrança extra já dura muito tempo. "Está desde o fim de 2015. Até quando vai durar?", questiona.
Em nota, a Companhia esclarece que a "tarifa está vinculada diretamente ao estado de escassez hídrica que o Ceará atravessa e deverá permanecer enquanto esta situação perdurar". Além disso, "o que define este estado crítico é o Ato Declaratório 01/2015/SRH que dispõe sobre a declaração de situação de escassez hídrica em todo o estado do Ceará", continua o texto.
A Companhia ainda pontua que, "de acordo com a Secretaria de Recursos Hídricos (SRH), para sair do estado crítico de escassez hídrica e entrar em uma condição mais segura de abastecimento, é necessário que os reservatórios do Estado estejam com, pelo menos, 30% da capacidade".
Para o diretor de fiscalização do Decon, a companhia e outros órgãos do Estado não se mobilizam para fazer projetos de armazenamento e captação de água, principalmente nas regiões mais chuvosas do Ceará. "Só arrecada e fica por conta do consumidor que paga esses valores a mais sem uma regulamentação clara", dispara.
Sobre a arrecadação, a Cagece detalha que dos R$ 297 milhões arrecadados com tarifa até fevereiro deste ano, aproximadamente R$ 75 milhões foram destinados a impostos e R$ 154 milhões investidos nas ações de segurança hídrica.

Diário do Nordeste

O mercado de estágios no Ceará vai estar mais aquecido até junho deste ano. De acordo com Cláudio Moreira, supervisor da unidade do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) de Fortaleza, a previsão é abrir até o primeiro semestre entre 700 e 800 novas vagas. "Em estágio, eu quero crescer em torno de 10% a 12% na comparação com o primeiro semestre do ano passado. Eu estou falando em pelo menos mais 700 vagas".
Segundo resultados do primeiro trimestre de 2019, foram abertas 2.366 vagas no Ceará, contra 2.384 em igual período do ano passado. Para aprendizes, foram geradas 907 oportunidades. Dessas, 838 foram preenchidas, restando para os três primeiros meses do ano 69 vagas.
Moreira esclarece que a lista de cursos com mais estágios no Ceará segue a tendência nacional. De acordo com o CIEE, Administração, Pedagogia, Direito, Ciências Contábeis, Engenharia Civil, Engenharia de Produção, Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, Psicologia, Enfermagem e Ciências Econômicas são os cursos com mais estágios no Estado.
"Essa característica se estende a todos os estados do Brasil. Prioritariamente, sim, é Administração, Pedagogia muito no começo do ano, porque as escolas particulares contratam estagiários para dar suporte aos professores titulares em sala de aula. Tem Direito, Educação Física, mas segue essa mesma métrica.

Diário do Nordeste

MKRdezign

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *

Tecnologia do Blogger.
Javascript DisablePlease Enable Javascript To See All Widget