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Jair Bolsonaro toma posse como presidente do Brasil

Jair Bolsonaro tomou posse nesta terça-feira com presidente do Brasil. Bolsonaro, 63 anos, e seu vice-presidente, o general da reserva Antonio Hamilton Mourão, pronunciaram seu "compromisso constitucional" no Congresso para um mandato de quatro anos (2019-22).
Após o fim das formalidades, o recém-empossado chefe de Estado iniciou seu primeiro discurso oficial. Bolsonaro, 38º presidente desde a proclamação da República de 1889, chegou ao local em um Rolls Royce conversível, ao lado da esposa, Michelle, e escoltado pelos Dragões da Independência.


A comitiva avançou pela Esplanada dos Ministérios, aclamada por uma multidão que pôde acessar ao local em meio a estritas medidas de segurança. Antes do início da procissão, Bolsonaro ratificou a promessa de mudar o destino do Brasil, em um vídeo publicado no Twitter.
Em dez minutos de discurso no Congresso Nacional, Jair Bolsonaro pediu um pacto nacional com a sociedade e prometeu revigorar a democracia.
Foi sua primeira fala como presidente empossado. Ele começou agradecendo por estar vivo, após ter sofrido um ataque a faca durante a campanha. Para ele, os médicos da Santa Casa de Juiz de Fora operaram um milagre ao salvá-lo.
Bolsonaro pediu ajuda ao parlamentares para "restaurar e reerguer a pátria" contra "corrupção, criminalidade, irresponsabilidade econômica e submissão ideológica".
O presidente falou em "pacto nacional entre a sociedade os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário na busca de novos caminho para o novo Brasil".
Bolsonaro também afirmou ter compromisso de construir uma sociedade sem discriminação ou divisão.


União
Ele iniciou discurso pregando união no País. "Vamos unir o povo, valorizar a família, respeitar as religiões e a nossa tradição judaico-cristã", disse, durante leitura de discurso de posse, nesta terça-feira, no Congresso Nacional.
Bolsonaro também aproveitou para agradecer novamente à equipe médica que o atendeu após o atentado, em Juiz de Fora (MG). "Primeiro, quero agradecer por estar vivo. Com humildade volto a essa casa, onde por 28 anos servi à Nação Brasileira. Volto a essa casa, não como deputado, mas como presidente da Republica Federativa do Brasil", disse.
Na ocasião, Bolsonaro retomou lemas fortes de sua campanha e defendeu que o País "volte a ser livre das amarras ideológicas", criticou o que chamou de "irresponsabilidade econômica" e prometeu combater a ideologia de gênero.
"Temos, diante de nós, uma oportunidade única de construir nosso País e resgatar a esperança dos nossos compatriotas. Enfrentaremos desafios, mas se soubermos ouvir a voz do povo, teremos êxito", disse.


Reformas
Bolsonaro disse, em seu discurso de posse no Congresso, que irá trabalhar para aprovar as reformas estruturantes para ajudar na retomada da economia brasileira e que conta com o Congresso para fazê-lo.
"Vou lutar para aprovar reformas estruturantes essenciais para saúde financeira e sustentabilidade das contas públicas", disse o 38º presidente do Brasil em seu discurso. "Na economia, traremos a marca do livre mercado e da eficiência. Montamos uma equipe técnica, sem o tradicional viés político."
Em sua fala, Bolsonaro também disse que irá respeitar regras, contratos e propriedades e defendeu a abertura do País ao comércio internacional, novamente sem "viés ideológico", e destacou que a agropecuária brasileira continuará a ter papel essencial neste tema, em harmonia com a preservação do meio ambiente. 
O novo presidente ainda criticou gestões anteriores, dizendo que sua irresponsabilidade "nos conduziu à maior crise política e moral da história" e disse querer combater "práticas nefastas". Ele ainda ressaltou que o pacto nacional entre os três poderes é essencial nesta tarefa.
Bolsonaro, que foi associado por críticos a possíveis condutas antidemocráticas, disse que uma de suas prioridades é proteger e revigorar a democracia. "Começamos um trabalho árduo para o Brasil iniciar um novo capítulo da sua história", pregou. "Trabalharei para que o País encontre seu destino e se torne a grande nação que queremos."

Com informações do Estadão e Folha
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