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Ceará deixa de ter áreas de seca extrema

Após um começo de quadra chuvosa com precipitações intensas, o Ceará deixou de ter áreas consideradas de seca extrema em seu território. O monitoramento é feito pela Agência Nacional de Águas (ANA), por institutos de meteorologia do Nordeste e de Minas Gerais. Em fevereiro, o Sul do Estado ainda tinha locais com seca extrema, representando 0,62% da área total. O apurado de março mostra que existem regiões do Ceará com secas consideradas graves, moderadas e fracas. E cerca de 51% do território não têm registro de secas.
O meteorologista da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) David Ferran explica que a oscilação dos locais de seca é cíclica. Em períodos chuvosos, como nos meses de fevereiro a maio, é gradativa a diminuição da severidade da seca no Estado. Depois desses meses, a tendência é que a gravidade da seca aumente. Segundo Ferran, isso não quer dizer que no decorrer do ano o Ceará volte necessariamente a ter grandes secas.
Em março de 2018, o monitoramento registrou seca extrema na região do médio Jaguaribe, com impactos de curto e de longo prazo em aspectos hidrológicos, ecológicos e na agricultura. Já com as chuvas de abril, esta zona passou a configurar o nível de seca grave, diminuindo a severidade. Ferran diz que a previsão é de que em abril os níveis de seca sofram ainda maior redução.
De acordo com os dados monitorados, houve recuo também nas áreas de secas graves, moderadas e fracas.
O Monitor de Secas explica que a diferença entre os níveis é baseada na gravidade dos impactos sofridos. Situação de pastagens, culturas e reservatórios de água são alguns dos critérios observados. O objetivo do projeto é entender as vulnerabilidades do Nordeste e ajudar no planejamento de respostas mais eficazes.

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