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Médico estuprador é acusado de fraudar laudo para obter prisão domiciliar

A Polícia Civil está investigando uma suposta fraude envolvendo o médico Roger Abdelmassih, 74, condenado a 181 anos de prisão por estuprar pacientes. Ele cumpre prisão domiciliar desde 2017, e teria recebido ajuda de outro médico, Carlos Sussumu, também detento, para agravar sua situação clínica e deixar a prisão em Tremenbé, São Paulo.
A denúncia foi revelada neste domingo (28) no Fantástico, e está publicada em um livro escrito pelo ex-prefeito de Ferraz de Vasconcelos (SP) e jornalista Acy Filló, preso provisoriamente por corrupção. O livro “Diário de Tremenbé – o presídio dos famosos” relata a rotina da penitenciária e contém diálogos de Filló com diversos presos famosos.
No capítulo “A fraude da Abdelmassih”, Filló afirma que o médico Carlos Sussumu “sugeriu remédios que causaram complicações cardíacas em Abdelmassih” a pedido dele, e que a doença seria “uma fraude fabricada”.
Em vídeos das audiências de Sussumu e Filló, obtidos e divulgados pelo Fantástico, Sussumu diz que a medicação que prescrevia “era para manter o quadro clínico estável”. Questionado se a medicação era indevida, ele afirmou que não prescreveu.
Na entrevista dada a Acir para o livro, Sussumu também teria afirmado ao escritor que sabia que Abdelmassih deixava de tomar os medicamentos ou ingeria de maneira e quantidade inadequada. O próprio Sussumu ainda teria prescrito outras duas medicações para criar os sintomas da ‘doença grave’ em Roger, que ainda ingeria água com sal constantemente para elevar a pressão.
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