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Bolsonaro diz que deve indicar novo PGR até 5ª e sugere troca na PF

O presidente Jair Bolsonaro continua defendendo mudanças no comando da Polícia Federal (PF). Em entrevista exclusiva à Folha de S.Paulo, o mandatário disse que a cúpula da instituição está lá há muito tempo, por isso é preciso renovar, dar uma arejada. Ele classificou de "babaquice" a reação de integrantes da corporação às declarações sobre trocas nas superintendências e na diretoria-geral e afirmou que já teve uma conversa com o ministro da Justiça, Sergio Moro, sobre uma possível mudança no comando da PF. "(Moro) pode trocar quando quiser o diretor-geral, Maurício Valeixo, mais difícil é trocar de esposa."
A despeito da insatisfação com o comando da Polícia Federal, o presidente não falou sobre prazos para as eventuais mudanças. E não negou sua preferência para colocar no posto o atual secretário de Segurança do Distrito Federal, Anderson Torres.
Bolsonaro disse que o imbróglio com a direção da PF teve início quando quiseram trocar superintendências sem lhe comunicar e negou que sua tentativa de interferir nessas indicações tenha relação com as investigações que envolvem seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ). "Já investigaram a vida da minha família inteira e não acharam nada."
Além de falar na troca do comando da PF, Bolsonaro disse que deve anunciar até esta quinta-feira (5) o nome de quem vai comandar a Procuradoria-Geral da República (PGR). Segundo ele, o escolhido sairá "do bolo" de candidatos que o visitaram na última semana e terá de ser alinhado com ele. E descartou indicar o subprocurador da República Alcides Martins, vice-presidente do Conselho Superior do Ministério Público Federal, que poderia assumir interinamente, após o dia 17 deste mês, quando termina o mandato da atual chefe da PGR, Raquel Dodge.

Estadão Conteúdo
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