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Celular em presídio hoje é exceção e familiares ou advogados mediaram ordem dos ataques, diz MPCE

Enquanto policiais militares tentam frear a nova onda de ataques no Ceará, investigadores da Secretaria Estadual da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) e do Ministério Público do Estado (MPCE) avançam para identificar se foram familiares ou advogados de chefes da facção Guardiões do Estado (GDE) que repassaram a ordem para dar início ao novo ciclo de ações criminosas no Ceará.

"Antes, (o contato) era (via) aparelho celular, isso aí hoje no Ceará eu afirmo que diminuiu muito. Hoje, não tem celular dentro de presídio, se tiver é exceção. Agora, tem as visitas e os advogados, aí é trabalho de inteligência saber por onde estão saindo essas ordens", afirmou nesta quinta-feira, 26, o promotor de Justiça Rinaldo Janja, coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco).

Também nesta quinta-feira, 26, o secretário da SSPDS, André Costa, e o delegado federal Samuel Elânio de Oliveira reforçaram essa tese enquanto comentavam sobre o cumprimento de seis mandados de prisão contra seis chefes da GDE que teriam ordenado, de dentro de presídios, ataques no Ceará em abril deste ano. Segundo o secretário, nenhum aparelho telefônico foi encontrado nas celas dos alvos que estavam no Estado. 

"Acreditamos que entre os presos aqui no Ceará (que foram alvo da operação) não havia comunicação através de telefones celulares, mas poderia haver outras formas de comunicação com o mundo exterior, como visitas etc. Não foi confirmado como se comunicavam, mas a gente constatou que a ordem partiu desses presos", reforçou o delegado federal Elânio de Oliveira.

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