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Lula ignora progressão para semiaberto como estratégia para manter embate com Lava-Jato

Dentro de uma estratégia política que visa manter o embate com os integrantes da força-tarefa Lava-Jato, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu não pedir a progressão de regime para semiaberto após cumprir um terço de sua pena. Lula passou a ter direito ao benefício na última segunda-feira. Em abril, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) reduziu a pena do petista por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá de 12 anos e um mês para oito anos, dez meses e 20 dias.
Pela lei, o ex-presidente, que está preso na Superintendência da Polícia Federal do Paraná desde abril do ano passado, tem direito ao benefício da progressão de regime após cumprir um sexto, o equivalente a 17, 6 meses.
Por se tratar de um ex-presidente, a defesa poderia pedir que Lula fique em prisão domiciliar. Um dos argumentos é que não haveria como garantir a segurança do líder petista com entradas e saídas diárias do estabelecimento prisional.
A expectativa entre pessoas próximas ao ex-presidente é que o benefício da progressão seja concedido mesmo sem a formalização do pedido. 
A avaliação entre petistas é que se pedisse a progressão passaria a mensagem de que está aceitando a condenação.  Também tiraria o foco do pedido de suspeição de Moro, que deve ser julgado pelo STF nos próximos meses.

O Globo
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