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Servidores expulsos chegam a 643 em 2018; no Ceará o número cresce

No ano passado, a quantidade de servidores públicos federais expulsos de seus cargos no País, após processos administrativos internos, bateu recorde na série histórica da Controladoria-Geral da União. A maioria por corrupção.

Ao todo, foram 643 na categoria "servidor", quando os funcionários ocupam função de agentes administrativos de forma efetiva ou em cargo de comissão regidos pela lei 8.112/1990. Do número total, apenas 17 acabaram aos seus respectivos cargos na esfera pública.

No Ceará, foram 13 em 2018. Em quase nove meses deste ano, o número de expulsões no Estado já ultrapassou o acumulado do ano passado inteiro. O Painel da Corregedoria aponta 16 desligamentos. Cinco casos, maioria, ligados ao Ministério da Educação.

Entre as principais razões dos desligamentos estão corrupção, problemas de assiduidade, baixo desempenho das atividades exigidas, gerenciamento e outros. Foram 8.893 profissionais processados e desligados do setor público, ao longo do período analisado, após a conclusão dos processos ligados ao que representa atualmente o Ministério da Economia.

O Ceará não foge à regra. Em âmbito local, foram afastados 102 servidores ligados ao Ministério da Economia, seguido de Educação, com 37; Justiça, com 30 e Saúde, com 25.

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