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Fortes chuvas no Ceará podem trazer surtos e febre preocupantes; saiba quais

Se o período de chuvas desperta otimismo nos cearenses pelo alívio da crise hídrica, por outro lado oferece tensão por problemas estruturais e de saúde. Com o inverno, vem o aumento da incidência de doenças transmitidas por mosquitos, como as arboviroses, cujos vírus ainda circulam no Estado.

Especialistas avaliam que as dengues tipos 1 e 2 e o vírus do Nilo Ocidental, ainda pouco notificado no Ceará, transmitido pela picada do mosquito Culex, devem aparecer com maior intensidade.

Em 2019, foram confirmados, pelo menos, 14.758 casos de dengue no Estado, sendo 13 mortes. A doença predomina entre mulheres, e o sorotipo que mais apareceu nos municípios cearenses já foi a dengue tipo 1, segundo a Secretaria Estadual da Saúde, que ainda não fechou os dados do ano passado.

Já o mosquito Culex transmite o vírus do Nilo Ocidental, que tem sido diagnosticado em animais. Recentemente, houve suspeitas no Ceará de que ele possa ter causado a morte de alguns animais. Em humanos, a febre pode gerar casos graves de comprometimento cerebral, como meningite (inflamação das membranas que revestem o cérebro e a medula espinhal) e meningoencefalite (inflamação do cérebro e dos tecidos circundantes).
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