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Norte do Ceará registrou mais de 100 incidentes envolvendo escorpiões em 2019

A chegada das chuvas no início do ano traz esperança ao sertanejo, mas também acende o alerta para riscos envolvendo incidentes com animais peçonhentos, em sua maioria, escorpiões. Os registros são mais comuns entre os meses de dezembro a março. Devido ao período chuvoso, os animais saem de seus esconderijos em busca de locais secos e, a consequência imediata, é o aumento das ocorrências.

Dados disponibilizados pela Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) revelam que o Estado fechou o ano de 2019 com 6.587 incidentes envolvendo o animal. Destes, 113 foram registrados na região Norte, sendo atendidos no Hospital Regional Norte, em Sobral.

Esse cenário de altos casos pode ser explicado pela maior incidência do animal em locais com habitação humana. Para reduzir o aparecimento, algumas medidas podem ser tomadas, como evitar o acúmulo de entulhos, vedar as latas de lixo e dar destinação correta ao material descartado. 

Em casos de picadas por escorpiões, o indicado é que a vítima vá ao hospital mais próximo para receber os primeiros atendimentos. Na região, o HRN é a unidade especializada onde o paciente pode receber doses de antiveneno, que é indicado apenas em casos moderados ou graves, cabendo ao médico fazer o diagnóstico. 

O escorpião do tipo amarelo (Tityus serrulatus) é o mais comumente encontrado no Estado, porém não é o único. "Antes, a população tinha a ideia de que o escorpião daqui não matava. É preciso conscientizar que isso não existe. Vai depender muito da quantidade (do veneno) e da resposta imunológica de cada pessoa", avaliam especialistas.
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