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Caso Juliana e Ednardo: possível extorsão pode esclarecer sequência de crimes

Carro de Ednardo sendo periciado
Thiago Rodrigues

Um suposto caso de extorsão, registrado no ano passado, pode dar novos encaminhamentos para tentar esclarecer a sequência de crimes ocorridas entre domingo e segunda em Santa Quitéria e Fortaleza. O 19º Distrito Policial está investigando mais detalhes sobre a execução de Luís Alessandro Oliveira, no Planalto Ayrton Senna e o suicídio de Antonio Ednardo Dias Paiva, na Maraponga, a partir da morte de Juliana Sousa Cruz.

Ednardo foi encontrado morto na segunda-feira (03), dentro de um motel. Dentro do carro, estava a arma com a qual tirou a própria vida e que cometeu os dois crimes, aparelhos telefônicos e objetos pessoais de uma mulher. Diante daqueles pertences, começou os primeiros levantamentos, que apontaram para um boletim de ocorrência de meses atrás, no 30º Distrito Policial, no bairro Jangurussu.



O delegado ainda afirmou que o confronto balístico deverá ser feito para confirmar a execução do então namorado de Juliana. A participação de outras pessoas em algum dos crimes não é descartada e deve ser esclarecida, junto com outras dúvidas, durante o inquérito policial.

Ainda dentro do carro, foi encontrada a passagem de ônibus no nome da mulher, na data de domingo, para Fortaleza, em que ela não embarcou, confirmando a versão divulgada pelo A Voz de Santa Quitéria que ambos estiveram juntos no veículo, horas antes do assassinato. Ednardo e Juliana tiveram um relacionamento de 18 anos, se separaram, no entanto, mantinham um contato frequente. O corpo dele foi sepultado ontem, em Santa Quitéria.
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