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Companhia de Polícia de Santa Quitéria deve não aderir a paralisação

Thiago Rodrigues

A deflagração da greve por parte dos policiais militares na Capital e em algumas cidades do interior, nesta terça-feira (18), trouxe bastante preocupação para a população, diante dos iminentes riscos que a medida traz. Em Santa Quitéria, a 3ª Companhia de Polícia Militar deve não aderir a paralisação.

Informações colhidas pelo A Voz de Santa Quitéria dão conta de que, apesar de ser um movimento a nível estadual, a prioridade neste momento é a segurança da população. Aliado ao fato de não haver um comando de greve, os policiais permanecerão acompanhando os acontecimentos em outros municípios.

O 7º Batalhão de Crateús, o qual a companhia é subordinada, também não deu qualquer indicativo, até o fechamento desta matéria. Além de Santa Quitéria, o comando local também é responsável pelas cidades de Hidrolândia, Catunda, Varjota, Reriutaba, Pires Ferreira e Monsenhor Tabosa.

Nesta noite, o Governo do Estado divulgou nota afirmando que os policiais envolvidos nos atos que configurem crime militar são alvos de Processo Administrativo Disciplinar e de Inquérito Policial Militar, além de sofrerem todas as sanções previstas em lei e já serão excluídos da folha de pagamento deste mês. Pelo menos 150 militares já tiveram inquéritos instaurados.
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