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Mais de 800 pessoas estão na fila de espera por transplante de rim no Ceará

Gabriela Feitosa, do O POVO

No Ceará, 819 estão na fila de espera à espera de um transplante de rim. Até 26 de fevereiro deste ano, 55 transplantes foram realizados e, em 2019, 292 pessoas receberam um novo órgão. Os números, fornecidos pela Central de Transplantes do Ceará, mostra o aumento da doença renal crônica, que passou a ser considerada epidemia global pela Organização Mundial da Saúde (OMS).  

Conforme a Secretaria da Saúde do Ceará, 4.963 pacientes fazem hemodiálise no Estado. O tratamento consiste na remoção de líquido e de substâncias tóxicas do sangue (funcionando como se fosse um rim artificial). De acordo com o presidente da Associação dos Pacientes Renais do Ceará, Sebastião Sobreira, apenas 436 pacientes são atendidos por planos de saúde, o restante necessita do Sistema Único de Saúde (SUS).

"Não só aqui no Ceará tem crescido o número (de pacientes renais), como no mundo inteiro. Cresce em torno de 10% a 15% ao ano, mundialmente. Aqui em Fortaleza, no ano passado, entraram 616 pacientes novatos", explica Sebastião.

De acordo com Sobreira, que faz hemodiálise há 24 anos, hipertensão e diabetes estão entre os principais motivos para o aumento das doenças renais. "O diabetes leva a pessoa a perder o rim com algum tempo, se a ela não cuida para manter alimentação saudável. Mesmo caso da hipertensão. Hoje em dia as pessoas comem muito sal", completa.

Os principais sintomas são: fadiga, fraqueza, inchaço no rosto nas pernas e abdome, urina com sangue, espuma ou escura, sede intensa, dificuldade para urinar, aumento no volume da urina principalmente à noite.
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