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Policiais punidos por motim tiveram remuneração bruta média de R$ 5,5 mil em janeiro

Carlos Mazza, do O POVO

Os 230 policiais militares já afastados por suposto envolvimento em motim no Ceará receberam, no mês de janeiro deste ano, rendimentos médios de R$ 5,5 mil. O valor diz respeito à remuneração bruta dos agentes, calculado a partir da soma do soldo básico com as gratificações recebidas por cada militar, antes dos descontos previstos na folha de pagamento.

Não estão computados ainda sobre esses valores, no entanto, os descontos previstos caso a caso, como a contribuição previdenciária e do imposto de renda. A maioria dos salários é complementado por uma série de gratificações, que têm previsão de incorporação ao salário-base da categoria caso aprovado projeto de lei em tramitação na Assembleia.

Entre as mais comuns, estão por exemplo gratificações concedidas a agentes que exercem atividade no Interior do Estado (que variam de caso a caso), gratificações por qualificação ou reforço no serviço militar, além de compensações pelo cumprimento de metas da redução da violência e auxílio alimentação de R$ 259,27.

O maior salário registrado entre os policiais punidos foi de um subtenente, que recebeu valor bruto de cerca de R$ 8,3 mil em janeiro. Já o menor é o do ex-deputado federal Cabo Sabino, que tem apenas parte da remuneração divulgada, já que está na reserva desde sua eleição ao Legislativo, em outubro de 2014.
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