Confira quando e quais vacinas contra Covid-19 devem chegar ao Ceará

Confira quando e quais vacinas contra Covid-19 devem chegar ao Ceará


Dois imunizantes contra a Covid-19 podem ser aplicados nos cearenses nos próximos meses. O estado do Ceará e o Governo Federal negociam com produtos do Reino Unido e da China - esta por meio do Instituto Butantan, em São Paulo.

Ainda não há uma data definida para o início da campanha de imunização, mas a previsão das autoridades é que as primeiras doses cheguem ao estado entre janeiro e março de 2021.

Confira abaixo a eficácia de cada vacina e como está o andamento da negociação para obtê-la.

CoronaVac (Instituto Butantan)
  • Eficácia: dados não divulgados
  • Previsão de chegada ao Ceará: 2 milhões de doses em janeiro
  • Segurança: de acordo com o diretor do instituto, Dimas Covas, além de comprovar que a vacina contra Covid-19 é segura, o que já havia sido demonstrado nas fases anteriores, o estudo de fase 3 mostrou que a vacina é eficaz. A taxa de eficácia não foi anunciada, mas, segundo o secretário de Saúde do estado de São Paulo, Jean Gorinchteyn, foi superior ao valor mínimo recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é de 50%.

AstraZeneca + Universidade de Oxford
  • Eficácia: 70% de eficácia, com uma variação de 62% a 90% de acordo com a dose aplicada.
  • Previsão de chegada ao Ceará: janeiro de 2021
  • Segurança: a farmacêutica apresentou um estudo da fase 2 no dia 19 de novembro na revista "The Lancet", informando que a sua vacina se mostrou segura e consegue uma resposta dos anticorpos. Houve reações adversas leves – e menos frequentes em idosos que em outras faixas etárias.

Grupos prioritários


  • Primeira fase: trabalhadores da saúde, idosos a partir de 75 anos, pessoas com 60 anos ou mais que vivem em instituições de longa permanência (como asilos e instituições psiquiátricas) e população indígena.
  • Segunda fase: pessoas de 60 a 74 anos.
  • Terceira fase: pessoas com comorbidades que apresentam maior chance para agravamento da doença (como portadores de doenças renais crônicas, cardiovasculares, entre outras);
  • Quarta fase: professores, forças de segurança e salvamento, funcionários do sistema prisional e população privada de liberdade.
G1 - CE