White Martins: Ceará não corre risco de desabastecimento de oxigênio

White Martins: Ceará não corre risco de desabastecimento de oxigênio


A procura por leitos de UTI no Ceará em hospitais da rede privada ou pública tem preocupado as autoridades de Saúde do Estado. Por outro lado, um possível desabastecimento de oxigênio, como o ocorrido em Manaus, está descartado.

É o que afirma a maior produtora do insumo para as unidades de saúde do Estado, a White Martins. “Até o momento, a White Martins mantém o fornecimento de oxigênio às unidades de saúde do Ceará, seguindo o previsto em contrato sem risco de desabastecimento”, disse a empresa ao Focus. Mas pediu para que os setores público e privado, para evitar transtornos ocasionados por atraso de pedidos, sinalizem de “maneira prévia” o acréscimo no fornecimento do produto.

“Compete às instituições de saúde, públicas e privadas, informar, formalmente e em tempo hábil, qualquer incremento real ou potencial de volume de gases às empresas fornecedoras”, destaca a companhia.

Sobre o cálculo da demanda de oxigênio, a White Martins deixa claro ser impossível fazer qualquer tipo de projeção, seja ela abrupta ou exponencial do insumo. “Os estabelecimentos são responsáveis pela gestão da saúde e têm acesso a dados que compõem o panorama epidemiológico da COVID-19, como o índice e a velocidade de contágio da doença, o crescimento da taxa de ocupação de leitos, a abertura de novos leitos, a implantação de hospitais de campanha, a quantidade de pacientes atendidos, bem como a classificação dos casos”, complementa a empresa.

Focus.jor