Ministério da Saúde não é "máquina de fabricar soluções", diz Eduardo Pazuello

Ministério da Saúde não é "máquina de fabricar soluções", diz Eduardo Pazuello


No intervalo mais letal da pandemia no Brasil, com 1.910 mortes em 24 horas por Covid-19, o ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, disse, sem citar números do boletim epidemiológico, que "as variantes do coronavírus nos atingem de forma agressiva". Embora tenha reconhecido a gravidade da crise sanitária, ele pontua que a Pasta não é uma "máquina de fabricar soluções". 

"Hoje é um dia difícil para todos os brasileiros. Atingimos um grave momento da pandemia. (...) A todos vocês, quero dizer que estamos trabalhando firmes para mudar esse quadro. Não somos uma máquina de fabricar soluções, mas seres humanos focados na resolução de problemas". 

A declaração foi postada em um vídeo via redes sociais no final da noite dessa quarta-feira (3). No curto comunicado, Pazuello informa uma "notícia muito boa", se referindo às tratativas de negociação com os laboratórios Pfizer e Janssen para aquisição de 138 milhões de doses de vacinas a partir do mês de maio. "Graças à aprovação pelo Congresso Nacional e a articulação do governo federal, será possível agora incorporar novas vacinas que antes possuíam impeditivos legais", frisou.

Com o possível envio do imunizante, cuja intenção de compra já foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União, a meta do cronograma do governo federal é vacinar maiores de 18 anos "até o final deste ano".

Agência Brasil