Grávida de oito bebês, mulher descobre mais duas crianças no útero e dá à luz a 10 filhos

Grávida de oito bebês, mulher descobre mais duas crianças no útero e dá à luz a 10 filhos


Uma mulher sul-africana de 37 anos deu à luz a 10 bebês, sete meninos e três meninas, mas a quantidade de crianças foi diferente da apontada nos exames de ultrassom. Os procedimentos apontavam que Gosiame Thamara estava grávida de oito filhos. Os recém-nascidos vieram ao mundo por meio de uma cesárea em um hospital em Pretória, na África do Sul, na noite da última segunda-feira, (07). Segundo o jornal Pretoria News, a mulher já é mãe de gêmeos e, se confirmado, este seria o maior nascimento vivo do mundo.

Gosiame, estava grávida de sete meses e sete dias e não tinha feito tratamento de fertilidade para engravidar. Ela ficou assustada quando soube que esperava tantos bebês. “Como eles se encaixariam no útero? Eles sobreviveriam? E se eles saíssem unidos pela cabeça, nos estômagos ou nas mãos? Tipo, o que aconteceria? Eu me fiz todas essas perguntas até que o médico me garantiu que meu útero estava começando a se expandir por dentro”, disse em entrevista ao jornal Pretoria News antes do nascimento dos bebês.

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Inicialmente, ela havia sido informada sobre uma gravidez de sêxtuplos, mas novos exames mostraram que ela esperava óctuplos. Os outros dois foram descobertos apenas na hora do parto. O marido de Gosiame, Teboho Tsotetsi, que está desempregado, disse que durante a gestação, ela sofreu apenas com dores nas pernas e azia das oito semanas em diante.

Ele também ficou bastante chocado com a notícia. “Eu não conseguia acreditar. Eu me sentia um dos filhos escolhidos de Deus, me senti abençoado por receber esse tipo de bênção quando muitas pessoas precisam de filhos, é um milagre que aprecio. Tive de fazer minha própria pesquisa para saber se uma pessoa poderia realmente conceber oito filhos. Era uma coisa nova, eu sabia sobre gêmeos, trigêmeos e até mesmo quadrigêmeos ”, disse Tsotetsi.

Dini Mawela, vice-diretor da escola de medicina da Universidade de Ciências da Saúde Sefako Makgatho, classificou o caso de Gosiame como raríssimo e explicou que as crianças passariam os próximos meses em incubadoras.

O Povo