Alunos fraudam testes positivos de Covid-19 para não irem à escola

Alunos fraudam testes positivos de Covid-19 para não irem à escola


Uma escola em Liverpool, no Reino Unido , precisou alertar os responsáveis pelos alunos para ficarem atentos a uma série de vídeos que havia tomado as redes sociais estimulando fraudes em testes rápidos de Covid-19, conforme noticiou a imprensa local no final de junho.

As postagens consistiam na ideia de usar o material da imunocromatografia de fluxo lateral (LFT, na sigla em inglês) que, em contato com substâncias ácidas, seja um pouco de suco ou refrigerante de cola, mostram um resultado falso de infecção por coronavírus. Com isso, adolescentes com idades entre 12 e 15 anos buscavam não precisar ir para escola, considerando a volta de aulas presenciais.

Diante da repercussão dos vídeos com tutoriais de como enganar os adultos, instituições de ensino ressaltaram que apenas o resultado do teste rápido não basta para deixar de frequentar as aulas, sendo também necessário passar pelo exame PCR para se certificar.

A descoberta desse modelo de falcatrua, entretanto, não surgiu com os estudantes. Ainda em 2020, o deputado austríaco Michael Schnedlitz usou da mesma artimanha para menosprezar a eficácia do teste rápido.

O Globo