Influencer é morto a tiros em velório de cantor de forró

Influencer é morto a tiros em velório de cantor de forró

 

Um influencer de 24 anos foi assassinado a tiros na noite desta quinta-feira (9), no distrito de Cacau Pirêra, no município de Iranduba. O crime ocorreu em frente ao local do velório do cantor de forró Romário de Jesus, conhecido como 'O Bruxo do Amazonas', que morreu baleado após sair de uma casa de shows em Manaus.

Segundo a polícia, Marco Illguinner Paiva de Menezes era amigo do artista. O crime ocorreu por volta das 20h, em frente à quadra de esportes onde o cantor de forró era velado. O velório de Romário de Jesus chegou a ser interrompido por conta do tiroteio, mas já foi retomado na manhã desta sexta-feira (10).

Uma equipe da Força Tática se deslocou até o município de Iranduba, que fica distante 27 Km de Manaus, por conta do ocorrido.

De acordo com a polícia, dois homens chegaram ao local e um deles atirou contra o amigo do cantor, que chegou a correr cerca de dez metros, mas caiu ao ser baleado. O jovem chegou a ser socorrido para o Serviço de Pronto Atendimento Joventina Dias, em Manaus, mas não resistiu aos ferimentos.

A polícia informou que os suspeitos de envolvimento nesse crime são da cidade e estão ligados a uma facção criminosa. Ninguém foi preso.

Antes de ser morto, o influencer fez uma live para uma rede social na frente da quadra de esportes. Um carro com som, conhecido popularmente como "paredão", estava no local do velório. Segundo a publicação de Ilguinner, esse era um pedido do cantor de forró. Na live, foi possível ouvir o momento do tiroteio e a vítima tentando correr.

No Instituto Médico Legal, um parente lamentou a morte do influencer e disse que o jovem chegou a fazer uma tatuagem em homenagem ao cantor. A família disse desconhecer a motivação do assassinato do jovem.

"Eles eram bastante amigos. Um ajudava o outro, viviam juntos. Assim como o Romário, o Illguinner tinha muitos sonhos", disse.

O jovem foi morto com três tiros, segundo o IML. O caso é investigado pela Polícia Civil.

G1