Chacina de Guaraciaba do Norte: mulher é presa por dar apoio no crime

Chacina de Guaraciaba do Norte: mulher é presa por dar apoio no crime


A Polícia Militar do Ceará (PMCE) de Santa Quitéria prendeu mais uma pessoa suspeita de ter envolvimento com a chacina de Guaraciaba do Norte, que aconteceu na última segunda-feira (4). De acordo com as investigações policiais, Carlene Araújo de Souza, 27 anos, deu apoio aos assassinos durante a realização do crime.

A prisão foi realizada pela 3ª Companhia do 4º Batalhão do Comando de Policiamento de Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas (CPRaio). De acordo com as investigações, a suspeita participava da mesma facção criminosa que os executores do homicídio e deu apoio ao grupo durante a chacina. Ela era companheira de um dos suspeitos de ter participado da chacina de Guaraciaba do Norte.

Dentro da facção criminosa, a mulher atuava como “olheira”, informando os demais criminosos sobre qualquer movimentação suspeita que poderia impactar na atuação ilícita do grupo. A polícia suspeita, também, que Carlene teria atuado nos homicídios que aconteceram em Monsenhor Tabosa.

A mulher foi levada para a Delegacia Municipal de Tamboril, da Polícia Civil do Estado do Ceará (PC-CE). Ela foi autuada pelos crimes de integrar organização criminosa, tráfico de drogas e associação para o tráfico. Agora, Carlene se encontra à disposição da Justiça.

A chacina de Guaraciaba do Norte
Na última segunda-feira (4), os corpos de dois homens e duas mulheres foram encontrados no andar superior de uma casa duplex. No térreo do local funcionava um bar, que estava fechado no momento da execução do crime As vítimas foram mortas a tiros de armas de fogo.

As suspeitas são de que os dois homens que foram assassinados comercializavam entorpecentes. Enquanto estavam no local, duas pessoas chegaram e dispararam contra as quatro vítimas. Em uma ação na última segunda-feira, a polícia prendeu Antônio Wagner Cardoso, de 31 anos, e Lara Beatriz Saldanha Braga, de 21, que participavam da mesma organização criminosa das vítimas, mas não tiveram participação nos crimes.

GC Mais