Confira em imagens, a trajetória de Wellington Lôbo de Mesquita; 85 anos dedicados à Santa Quitéria


Por Machado Timbó

WELLINGTON LOBO, ele sempre foi a própria história. Apaixonado por sua Santa Quitéria e por tudo que aqui existia e existe. Amante da boa música, das orquestras e Bandas para a execução de hinos e dobrados. Amante do futebol, juntamente com seu Pai Edson Lobo e também sua mãe DONA ARLINDA. Apaixonado por uma boa política, lugar em que viveu por muitos anos. Apaixonado pela arte escrita, desenhada, esculpida, fotografada ou pintada e sempre no desejo de colocar todas em destaques em tantas galerias que sonhou e outras que realizou. SANTA QUITÉRIA perde hoje o ser humano, porém muitas histórias ficarão entre nós. WELLINGTON LOBO É UMA HISTÓRIA MUITO BOA DE SE CONTAR E QUE ELE POSSA CONTAR TODAS LÁ NO REINO CELESTIAL.






Ex-prefeitos Joaquim Muniz e Arlinda Lobo, ex-vereador
Estevam Sales e Wellington Lobo

Com Júlia Viado, de 114 anos de Santa Quitéria (in memorian)

Banda de Música e seus dobrados, uma das principais paixões

Na Farmácia Hiran, a pioneira da cidade, onde administrou por décadas


Irmã Carmem Silvia, esposa Idalina (in memorian), irmã Maria das Graças
e o sobrinho Edson Braga


Sempre presente nos eventos solenes do município

Ao lado do ex-vereador Eli Memória (in memorian)

Editando o Jornal Itataia


Biografia
Iniciou a sua trajetória jornalística no ano de 1956, colaborando com o jornal O Estado, de Fortaleza, como correspondente de sua terra natal. Participou também dos jornais Correio do Ceará, Unitário, Tribuna do Ceará e Correio da Semana, e emissoras Ceará Rádio Clube, Dragão do Mar, TV Ceará e Rádio Tupinambá, através de informações enviadas semanalmente. Foi um dos fundadores da Associação Cearense dos Jornalistas do Interior (ACEJI) e sócio efetivo da Associação Cearense de Imprensa (ACI). Em 1980, fundou o jornal Itataia, que circulou em Santa Quitéria até 1985.

Na política, sempre foi reconhecido carinhosamente como "presidente", por ter sido o que mais ocupou o cargo na Câmara Municipal. Foi eleito por quatro mandatos: 1967-1970, 1971-1974, 1975-1976, 1989- 1992, assumindo como presidente e também primeiro-secretário da Casa. Em sua última passagem, ajudou a criar a Lei Orgânica do Município, proclamada em abril de 1990. Chegou a presidir também a União dos Vereadores do Ceará.

Como comerciante, esteve à frente por mais de seis décadas da Farmácia Hiran, a pioneira do Município e pertencente a sua família. Também ocupou relevantes cargos como funcionário da Universidade Federal do Ceará, presidente do Rotary Club, secretário de comunicação da Prefeitura Municipal e da Câmara Municipal.
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