PSOL afirma que vai apoiar Lula se houver revogação de reformas

 

O PSOL decidiu nesta sexta-feira (11) dar inicio às negociações com o Partido dos Trabalhadores (PT) e outras legendas de esquerda para fechar uma aliança em torno da candidatura de Lula na disputa presidencial deste ano.

Para fechar apoio a Lula, a sigla listou os três principais itens:

  • Apoio à revogação das medidas implementadas depois do impeachment de Dilma Rousseff (reforma trabalhista, reforma da previdência e Teto de Gastos);
  • Enfrentamento à crise climática com medidas para financiar a transição energética, defesa de um novo modelo de desenvolvimento da Amazônia, desmatamento zero, garantia de direitos aos povos indígenas, tradicionais e quilombolas;
  • Proposição de uma reforma tributária que diminua a taxação no consumo de bens essenciais e populares e foque na taxação de renda e propriedade, incluindo a criação de impostos dos super-ricos/bilionários.

No comunicado oficial, o PSOL afirma que tem como principal objetivo derrotar o presidente Jair Bolsonaro (PL). “Para isso, reconhece como necessária a unidade dos partidos de esquerda e a criação de um programa capaz de enfrentar a crise que o Brasil vive”, diz a nota.

De acordo com a Executiva Nacional do PSOL, a abertura oficial das discussões vai acontecer em um ato dia 16, às 10h, em Brasília. O evento terá coletiva de imprensa e presença dos presidentes de partidos.

Federações

Na reunião do partido também foi aprovada uma resolução sobre federações, prorrogando em 15 dias as atividades do grupo de trabalho formado para debater a questão. “Já estamos bem avançados nas conversas com a Rede, mas ainda há um importante caminho a ser percorrido, especialmente no que diz respeito à tática eleitoral nacional e nos estados”, afirmou o presidente nacional do PSOL, Juliano. Medeiros.

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