Acusados por chacina em Itapajé são sentenciados a mais de mil anos


Após 21 horas de julgamento, entre os dias 18 e 19 de abril, os sete acusados pela chacina de Itapajé, que aconteceu em 2018, foram sentenciados a 1.350 anos, somadas todas as penas. O crime aconteceu na manhã do dia 18 de janeiro daquele ano. De acordo com o Ministério Público do Ceará, os portões da unidade prisional foram abertos para o banho de sol e as vítimas foram acuadas e mortas por fazerem parte de uma facção criminosa rival a dos acusados. 

O caso teve repercussão nacional e causou comoção no Município. O caso aconteceu menos de 72 horas após a Chacina do Forró do Gago, em que 14 pessoas foram assassinadas em uma casa de shows no bairro Cajazeiras, em Fortaleza. 

Foram sentenciados à prisão em regime fechado, pela prática de dez homicídios triplamente qualificados, por motivo torpe, meio cruel e com recursos que dificultaram as defesas das vítimas, os réus:

  • Artur Vaz Pereira, vulgo “Sayamen”, a 210 anos e 4 meses;
  • Francisco das Chagas Sousa, vulgo “Chicó”, a 180 anos e 8 meses;
  • Antônio Jonatan de Sousa Rodrigues, vulgo “Zé Tronco”, a 180 anos e 8 meses;
  • Willian Alves do Nascimento, vulgo “Batata”, a 180 anos e 8 meses;
  • Francisco Idson Lima de Sales, vulgo “Idson”, a 180 anos e 8 meses; e
  • Alex Pinto Oliveira Rodrigues, a 240 anos

Murilo Borges de Araújo, foi sentenciado a 180 anos e 8 meses pela prática de homicídio duplamente qualificado, por motivo torpe, e com recursos que dificultaram as defesas das dez vítimas.

O POVO
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