Mestre de capoeira condenado a 34 anos por estupro de vulnerável é preso no interior do Ceará

Os policiais civis localizaram o suspeito dentro de um bar desativado - Foto: Divulgação

Uma ação da Polícia Civil do Estado do Ceará (PC-CE) realizada, nesta quarta-feira (11), resultou na prisão de um homem de 55 anos condenado por estupro de vulnerável. O acusado era mestre de capoeira da vítima. A captura ocorreu na Comunidade de São Francisco, zona rural de Pedra Branca, no interior do Ceará.

O homem foi localizado após um trabalho integrado dos Departamentos de Polícia Judiciária  Especializada (DPJE) e de Polícia Judiciária do Interior Sul (DPJI – SUL). Os policiais civis localizaram o suspeito dentro de um bar desativado na região da comunidade de São Francisco. Contra ele, um mandado de prisão em aberto, expedido em março deste ano, foi cumprido.

No momento da abordagem, ele não resistiu a prisão. Conforme as investigações, o homem estava morando na cidade há cerca de um ano, quando deixou Fortaleza, onde corria o processo por estupro de vulnerável. Agora, ele encontra-se à disposição do Poder Judiciário.

O crime
As investigações relacionadas ao caso foram conduzidas pela Delegacia de Combate a Exploração da Criança e do Adolescente (Dceca). Um inquérito policial foi instaurado em 2016, quando foi registrada a ocorrência. À época dos fatos, a PC-CE descobriu que o condenado estuprou a vítima, uma jovem de 16 anos, quando era professor de capoeira. Os abusos teriam começado quando a vítima tinha dez anos. O crime foi registrado no bairro Barra do Ceará, em Fortaleza.

O homem possuía um grupo de capoeira na região e ensinava crianças e adolescentes. Por ser próximo da mãe da vítima, ele não levantou suspeitas. Quando a vítima deixou de morar com a mãe e passou a conviver com os avós, ela teve coragem de contar sobre o crime. A partir da denúncia na delegacia especializada foi possível cessar o crime e colher elementos suficientes que resultaram na condenação do homem por 34 anos de prisão.

*O nome do preso não será divulgado para preservar a identidade da vítima
Ascom PC-CE
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