Mulher que foi encontrada morta 'derretida' em sofá tinha sido vista pela última vez pelos vizinhos há 15 anos

Foto: divulgação

A mulher encontrada morta “derretida” em um sofá dos Estados Unidos tinha sido vista pela última vez por seus vizinhos há 15 anos. A história trágica de Lacey Fletcher causou comoção internacional nos últimos dias. Os pais dela, Sheila e Clay Fletcher aguardam julgamento atrás das grades sob as acusações de negligência e assassinato. Diagnosticada com um distúrbio neurológico raro que a impossibilitava de sair de casa, Lacey tinha 36 anos e 45 Kg quando foi encontrada morta, coberta de dejetos e "derretida" em seu sofá.

Vizinho dos Flatcher, Robert Blades contou ao jornal Daily Mail sobre a última vez que ele viu Lacey, em 2005: “Quando a vi pela última vez ela parecia bastante normal fisicamente. Ela sempre foi muito magra e estava fazendo exercícios na rua com pequenos pesos. Eu a via de vez em quando, fazendo exercícios na rua. Não falei nada com ela nessa última vez, não vi motivo”.

Pai de Lacey, Clay Flecther tinha um cargo importante em uma associação de preservação da memória da Guerra Civil Americana, e Sheila, uma ex-vereadora da cidade, era assistente do promotor da cidade de Zachary. Ambos se afastaram de suas atividades públicas antes da acusação que chocou até os amigos mais próximos.

“Chocado, porque não combina com nenhuma das minhas experiências com ele”, disse John Potts, amigo de Clay em entrevista à imprensa local. “Ele é completamente diferente do que você esperaria que alguém assim fosse. Os detalhes são horríveis, não há dúvida sobre isso, e não consigo conceber como algo assim pode acontecer”.

A história de Lacey veio à público após a polícia local responder a uma ligação do 911 da mãe dela em 18 de janeiro de 2022. Os socorristas que responderam foram recebidos por um fedor imponente e uma visão horrível. Lacey, que supostamente sofria de síndrome de encarceramento, foi encontrada sentada em um sofá que estava desgastado com excrementos. Ela tinha úlceras nas nádegas e estava infectada com COVID-19, informou o promotor Sam D'Auilla ao tornar público o caso.

Revista Monet

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