Viúva aguarda cinzas de brasileiro morto na guerra da Ucrânia há 1 mês: 'Uma tortura'

Foto: Facebook/Reprodução

A cearense Riana Maria Andrade Moreira, 30 anos, ainda aguarda receber as cinzas do companheiro André Luís Hack Bahi, 44 anos, primeiro brasileiro morto na guerra entre a Rússia e a Ucrânia, há um mês. Em entrevista ao g1, na manhã desta terça-feira (5), ela falou sobre a espera.

"É uma espera dolorosa. Uma tortura. A situação lá na Ucrânia não está muito boa e a demora só aumenta", disse Riana Maria.

A morte de André Hack, ocorrida em 4 de junho, foi confirmada pelo Ministério das Relações Exteriores e por parentes cinco dias depois, em 9 de junho.

Segundo a mulher, a vinda do corpo brasileiro, que era natural de Porto Alegre e morou no Ceará, é intermediada pela Embaixada do Brasil em Kiev. Ele estava no país Europeu desde fevereiro.

"A cremação seria no domingo [3 de julho], mas ainda estou esperando resposta. Houve um desencontro de informações e de endereço", falou a cearense.

Ainda de acordo com a mulher, a previsão é que as cinzas de André sejam enviadas ao Ceará, onde ele morava com a companheira e a filha do casal, de três anos. Além da menina, Hack deixa outros seis filhos.

G1 CE
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